sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Mãe de Luz




Não me gerastes em teu ventre,
Mas desde o dia de minha concepção nossos destinos foram traçados.
Não houve espera e nem renúncia,
E mesmo quando distante ainda esperavas por mim...
De tempo em tempo até a minha chegada.
Agora completas a minha alma,
Tu és carne de minha carne, sangue de meu sangue,
Tu és parte de mim!
A partir do momento em que me encontraste chamou-me de filha,
Mesmo sem conhecer o meu abraço.
Acolheu-me sem chamar-me de estranha.
Consolou-me sem tocar minha face, mas tocou-me o coração.
A ti mulher de luz, agradeço pelos embalos de meu sono em silêncio,
Pelo carinho e amor que me dispensas para aquecer meu coração,
Pelas orações tão bem ditas,
Por ser a minha mama, a minha mãezinha acolhedora,
Por ser a mulher que me aceitou e me amparou em minhas lutas!
Agradeço por você existir e por me amar sem distância e sem medidas!
Amo-te minha mama, minha mãezinha de minha alma!

Ana P. Quitério



Este poema dediquei a 2 amigas a quem chamo de mama e mãezinha virtual: Lita e Gê.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Diga não a violência doméstica!

Bem, hoje vou colocar aqui um cartaz que um amigo meu Juliano Zachias criou para uma campanha contra a violência doméstica.
Achei de extrema importância e um belo trabalho.


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Simetria



Salve as minhas inspirações que vão e voltam
Nessa brincadeira de cirandas,
De promessas eloquentes,
Voltas e voltas sem radar, sem paradas, sem destino,
Apenas perdidas nas fábulas,
Nos pecados escondidos...
Perdidas nos  horizontes secretos 
Envoltas nas almas serenas...
Vem anunciando as águas que virão,
Límpidas, claras,
Contornando os traços, fazendo pinturas,
Águas claras de verão.
Perfeita simetria entre cor e criação,
Vem desenhando vidas com lápis de luz de neon!


Ana P. Quitério

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A medida de amar...


Aos leitores e seguidores deste blog, meu muito obrigada pela paciência e pela espera...
Aos poucos estarei voltando a postar.


Beijossss.

sábado, 24 de outubro de 2009


Sinto falta do que vivi.
Tenho vontade de fazer
Aquilo que o tempo não permitiiu
Ou fui eu que não me permiti
Seria bom não me arrepender
Das oportunidades perdidas
Das palavras pensadas e não ditas.


Sinto falta do tempo,
Do tempo perdido.
De não ter tido tempo
De ter perdido tempo.

Agora nada posso fazer
Nem lamentar
Apenas caminhar em direção ao novo,
Tentando não errar e se errar
Aprender com os erros
Refletir com os acertos
Para sempre melhorar.

Desconheço autoria.