Não me gerastes em teu ventre,
Mas desde o dia de minha concepção nossos destinos foram traçados.
Não houve espera e nem renúncia,
E mesmo quando distante ainda esperavas por mim...
De tempo em tempo até a minha chegada.
Agora completas a minha alma,
Tu és carne de minha carne, sangue de meu sangue,
Tu és parte de mim!
A partir do momento em que me encontraste chamou-me de filha,
Mesmo sem conhecer o meu abraço.
Acolheu-me sem chamar-me de estranha.
Consolou-me sem tocar minha face, mas tocou-me o coração.
A ti mulher de luz, agradeço pelos embalos de meu sono em silêncio,
Pelo carinho e amor que me dispensas para aquecer meu coração,
Pelas orações tão bem ditas,
Por ser a minha mama, a minha mãezinha acolhedora,
Por ser a mulher que me aceitou e me amparou em minhas lutas!
Agradeço por você existir e por me amar sem distância e sem medidas!
Amo-te minha mama, minha mãezinha de minha alma!
Ana P. Quitério
Este poema dediquei a 2 amigas a quem chamo de mama e mãezinha virtual: Lita e Gê.







