segunda-feira, 28 de julho de 2008

Enigma da Solidão


Palavras sem sentido

Perdidas, escondidas

Envoltas, soltas

No calor dessas noites onde quero estar.


Noites abandonadas nesse jeito de ser.

Um sorriso enigmático desconcertante

De brilho vacilante

Anjo latente, sábio, vivido.


Alucinados nesses sentidos subentendidos

De perpétuo amor num segundo desvairado

Assim de olhos cerrados espero por ti

Resgata me então do breu das noites.


Com esse olhar ofuscante

Meu anjo cintilante

Leia as entrelinhas de mim

Então decifra me.

sábado, 26 de julho de 2008

Olhe




Quando estiver em dificuldade E pensar em desistir, Lembre-se dos obstáculos Que já superou.

OLHE PARA TRÁS.

Se tropeçar e cair, levante, Não fique prostrado, Esqueça o passado.

OLHE PARA FRENTE.

Ao sentir-se orgulhoso, Por alguma realização pessoal, Sonde suas motivações.

OLHE PARA DENTRO.

Antes que o egoísmo o domine, Enquanto seu coração é sensível, Socorra aos que o cercam.

OLHE PARA OS LADOS.

Na escalada rumo às altas posições No afã de concretizar seus sonhos, Observe se não está pisando EM ALGUEM

OLHE PARA BAIXO.

Em todos os momentos da vida, Seja qual for sua atividade, Busque a aprovação de Deus!

OLHE PARA CIMA.

"Nunca se afaste de seus sonhos, pois se eles se forem, você continuara vivendo, mas terá deixado de existir".

Charles Chaplin

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Amigos que amo demais!


(Obs: Manu da proxima vez olha pra câmera tá!)
Manu e Lucas
Ah o que posso dizer de vocês...
Meus amigos a tantos anos... Sempre comigo!!!
Sabemos que temos diferenças, pensamentos e idéias diferentes, mas na verdade nada disso importa, sabemos respeitar tudo isso, e é isso que nos torna realmente amigos... Pra mim são os irmãos que escolhi, minha segunda família...
Tivemos diferenças, brigas, até uma leve separação... Mas nada disso destrói uma amizade verdadeira... Na verdade fortalece...
Irmãos de Olhos! \o/
Obrigada por sempre estarem comigo!!!
Amo vocês...
Sem eles nada tem graça! (Roubei frase da Manu)

David e Jason (então não fiquem chateados... até conseguir uma foto descente de vocês vai ficar assim tá...)
Não os conheço muito bem... Mas gosto muito da companhia dos dois...
Sinceramente espero que nossas amizades sejam como as dos dois ai de cima, verdadeira e duradoura...

Massinho meu irmãozinho amado... Te amo!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Duas faces



Sou tormento, sou sonho.

Sou anjo, sou demônio.

Sou tempestade passageira, sou calmaria efêmera.

Estou a esmo nesse mar da loucura.


Sou gota derramada, sou o fio da espada.

Sou alma perdida, sou apenas vida.

Sou tudo, sou nada.

Presa nesse meu pranto reprimido.


Sou contraditória a mim, sou tão parecida a ti.

Sou ovelha negra, sou luz por entre as nuvens.

Sou leveza, sou pedra atirada.

Apenas um sonho esquecido.



Sou a doce fúria.

Sou o escondido pranto.

Sou o esquecimento.

Sou o vazio do nada.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Meu Anjo Meu Demônio


Odeio me sentir assim!
Esses sentimentos só me fazem mal.
Tento esquecer ou simplesmente deixar pra lá, mas tem horas que isso é inevitável... Os meus olhos já não escondem mais...
Tenho me auto destruído, me contradigo e toda vez que minha boca diz "tudo bem" e meu coração diz "não", toda vez que tento me enganar, enganar esse coração idiota com essas palavras eu só alimento esse monstro que há em mim...
Não, infelizmente não sei esquecer! Sei que uma hora ou outra esses sentimentos vão aparecer...
Você sabe como é viver duas vidas?
Pois eu sou assim, Anjo e Demônio!
Esse demônio que habita meu ser, faz me perder os sentidos, a razão. Leva me as profundezas mais obscuras de minha alma, faz me ter sentimentos desprezíveis... Sentimentos esses que corrompem minha alma, raiva, ciúmes, possessividade, revolta, me leva a um estado doentio e depressivo... Uma mente atormentada por um demônio que pensaum dia me dominar...
Esse anjo talvez seja o que seus olhos veêm, ser calmo, pasivo, seguro, as vezes doce, até mesmo alegre e divertido... Mas mesmo anjo, um enganador! Esconde nessa face um demônio interior. E este alimentado por desabafos oprimidos, desejos disfarçados.
Um monstro que cresceu ali, lado a lado, sem ser notado ou simplemente sem ter recebido a devido importância... Mas que agora deseja a liberdade...
E me pergunto:
Até quando?
Até quando te evitarei?
Meu belo anjo predestinado a viver acorrentado ao meu demônio.
Quando estarei face a face a ti meu demônio?

terça-feira, 22 de julho de 2008

A tal chamada felicidade


Todos buscam pela felicidade, aquela plena vista em novelas e filmes, mas a vida real não é assim... E às vezes simplesmente acabam se esquecendo de viver momentos, os momentos do agora...

Para mim a felicidade é composta de momentos que nos fazem bem, que nos traz sorrisos, alegrias, paz, momentos esses vividos com pessoas amadas, amigos, família, sozinhos, e até mesmo com desconhecidos, são situações que nos trazem prazer, conforto...

O que me traz felicidade?

Gestos simples: Um eu te amo, eu te adoro, um recado, um oi, um abraço sincero, uma palavra de amizade, um voto de confiança, estar no meio de quem gosto, comer o que gosto, fazer o que tiver vontade, ser louca nem que por um mínino instante, é lutar e ver o resultado de minhas conquistas, e muitas e muitas coisas mais... Mesmo que em meio a depressão, a fases ruins isso seja muito difícil de ver, eu acredito que a felicidade exista e que posso fazer parte dela, é só se deixar viver e vivenciar cada momento como o único...


Nesse relógio louco do tempo

Cada segundo é um eterno momento

Sem lágrimas quero vive-los

Transformarei esse meu pranto

Em risos e canto

Venha! Venha!

Venha ser feliz nem que seja por um pequeno instante

Mergulhe nesse mar de encanto

Voe sobre as águas claras nesse céu azul anil

Sente se a pedra e veja esse pôr-do-sol

Azul, dourado, alaranjado, rosado

Eis o milagre da vida

Vamos brincar de ver desenhos em nuvens

Seguir essas batidas do coração

Viver plenamente o simples segundo

E apenas se permitir ser livre eternamente

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Confusamente eu



”Essas drogas podem controlar minhas emoções... Mas não controlam esses sentimentos”.



Hoje a melancolia repousou sobre nessa face

Tão pálida e mórbida

Nesse olhar profundo, escondido, fugido, insano.

Não me pergunte por quê!

Essa mente confusa rouba me a atenção

Leva me ao caminho até então desconhecido

Em meio a tantos pensamentos e sentimentos

Descontrolados, impulsivos, complexos, sombrios.

Descubro a cada dia um outro ser

Mas quem é esse?

Qual era minha vida perfeita?

Perguntas vazias vagam nessa mente

Respostas tão aturdidas e atormentadas

Figura sublime escondida nesse semblante de calmaria.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Apenas olhe



Os olhos que passam

Tantas coisas refletem

Pensamentos, desejos, sonhos, sentimentos.

São espelhos d’alma

Neles, nenhuma mentira permanece.


Venha viajar nesse mar confuso!

Dai-me a mão e te levarei

A conhecer meu refúgio

Perdido, escondido,

No mais profundo desse ser.


Olho nos olhos, e o que eles dizem?

Dizem o que a boca por capricho cala,

Mas que incessante o coração reclama.

Veja meus olhos

Bem-vindo à minha alma.

Juventude acumulada

Esse poema é para todos os Vovôs e Vovós, essa juventude acumuluda que tem muito a ensinar...

Em teus olhos a sabedoria e o conhecimento,

Sabedoria essa que os livros não ensinam.

Tua face não engana o tempo

Um tempo sofrido, vivido.


Mas posso ver nesses olhos

A chama da alegria em ensinar

Ao sentar - me ao teu lado

Para ouvir te contar histórias.


No teu rosto cansado

A contemplação de que nada foi em vão.

Nas mãos enrugadas, calejadas

O tempo não parou.


Nessa linha do tempo

A felicidade e a tristeza lhe acompanharam

Mas apesar do que meus olhos vêem,

Em ti se encontra o que o tempo não apagou, a juventude eterna.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

O Corvo (The Raven)


O Corvo é um dos poemas mais lindos já feito pelo engenho humano. Foi composto por Edgar Allan Poe (Boston, 19 de Janeiro de 1809 — Baltimore, 7 de Outubro de 1849) em 1845 e conta a história do amor de um homem que perdeu sua amada para a morte, e por isso ele começa a ler "doutrinas de outro tempo" com o intuito de trazê-la de volta a vida. Porém, recebe uma visita do anjo mensageiro na forma de corvo para fazer com que as esperanças se acabem e ele ver que vida continua... uma bela obra, que em nossa língua se perde um pouco dos significados, mas a beleza se mantém... Um homem jamais vencerá a morte, porém o verdadeiro amor vence!


O Corvo

"Em certo dia, à hora, à hora da meia- noite que apavora

Eu, caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho,
E disse estas palavras tais:
'É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há-de ser isso e nada mais'

Ah, bem me lembro! Bem me lembro!
Era no Glacial Dezembro
Cada brasa do lar sobre o chão reflectia
A sua última agonia
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus chamam Lenora
E que ninguém chamará mais"

Logo, ele conclui que deva ser alguma "...visita amiga e retardada...há-de ser isso e nada mais".

"Minh'alma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: 'imploro de vós, - ou senhor ou senhora,
Me desculpeis tanta demora
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e mansa
Batestes, não fui logo, prestemente,
Certificar-me que aí estais'
Disse; a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite e nada mais."

Nosso triste homem suspira ao ver a escuridão: "...Só tu, palavra única e dileta,/ Lenora, tu, como um suspiro escasso da minha triste boca sais; / E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço; / Foi isto apenas, nada mais"

"...Devolvamos a paz ao coração medroso, / Obra do vento e nada mais"

"...Abro a janela, e de repente,

Vejo tumultuosamente
Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um Lord ou uma Lady. E pronto e recto,
Movendo no ar suas negras alas,
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais"

"...Diante da ave feia e escura, naquela rígida postura,
Com o gesto severo, - o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: 'Ó tu das nocturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Diz os teus nomes senhorais;
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?'
E o corvo disse:'Nunca mais'.

Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera,
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Cousa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta
Num busto acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é seu nome:'Nunca mais'

No entanto, o corvo solitário
Não teve outro vocabulário
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda a sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: 'Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora'
E o corvo disse: 'Nunca mais'

Estremeço. A resposta ouvida
É tão exacta! É tão cabida!
'Certamente, digo eu, essa é toda a ciência

Que ele trouxe da convicência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz , tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: 'Nunca mais'"


"...Entender o que quis dizer a ave do medo / Grasnando a frase: 'nunca mais'"

"...Assim posto, devaneando,
Meditando, conjecturando,
Não lhe falava mais; mas, se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava.
Conjecturando fui, tranquilo a gosto,
Com a cabeça no macio encosto
Onde os raios da lâmpada caíam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais."

"Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso,
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: 'Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora'.
E o corvo disse: 'Nunca mais'.

'Profeta ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Diz-me: existe um bálsamo no mundo?'
E o corvo disse: 'Nunca mais'.

'Profeta ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,

Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Diz a esta alma se é dado inda escutá-la
No éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais,
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!'
E o corvo disse: 'Nunca mais'.

'Profeta ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Cessa, ai, cessa! Clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fique no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua.
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua.'
E o corvo disse: 'Nunca mais'

E o corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e, fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais!"

Por Edgar: Allan Poe (Tradução de: Machado de Assis)

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Soneto da Morte




Morrer, dormir, não mais, termina a vida,

E com ela terminam nossas dores;

Um punhado de terra, algumas flores...

E às vezes uma lágrima fingida.


Sim, minha morte não será sentida:

Não tive amigos e nem deixo amores;

E se os tive, tornaram-se traidores,

Algozes vis de uma’alma consumida.


Tudo é podre no mundo! Que me importa,

Que amanhã se esboroe ou que desabe,

Se a natureza para mim é morta!


É tempo já que meu exílio acabe...

Vem, vem, ó morte! Ao nada me transporte

Morrer, dormir, talvez sonhar...Quem sabe!



Autor desconhecido, ou melhor desconheço o autor



PS: Renato tem participação, me ajudou a escolher a imagem... Obrigada!^^

terça-feira, 8 de julho de 2008

Só por mais um dia




Esse poema é para duas pessoas especias:

Ju e Lucas

O que escrevo aqui lhes desejo de todo o coração.

Só por mais um dia quero ter meus pés descalços

Poder voar por entre os pássaros.

Sentir a chuva de verão cair sobre meu corpo

E livre estarei naquela hora

Só por mais um dia quero ver o pôr-do-sol

Do lugar mais alto.

Sentir o calor irradiando em meu corpo

Um sol cor de ouro iluminando o horizonte

Só por mais um dia não quero preocupar me com a hora adiantada

O tempo parará naquele instante.

Sentir a paz almejada

E assim a luz refletirá o meu sorriso

Só por mais um dia quero ouvir o som das ondas

Quebrando nas pedras pontiagudas.

Sentir a areia por entre os dedos

E meu caminhar já não será o mesmo

Só por mais um dia quero sentir a brisa leve tocar meu rosto

Viajar por entre as nuvens nesse mar azul.

Sentir as batidas aceleradas do coração

Nesse ritmo tão frenético

Só por mais um dia quero abrir meus olhos

Admirar meu mundo

Sentir que sou imortal

Viver eternamente uma fantasia escondida

Só por mais um dia quero observar as estrelas

E se de lá se jogar alguma, fazer um pedido

Sentir que ainda vivo

Que sou livre e que tudo é real

Só por mais um dia quero ouvir a sinfonia dos anjos

Só por mais um dia quero desejar a alegria

Só por mais um dia quero dançar no compasso das águas

Só por mais um dia quero sentir minhas asas baterem

Só por mais um dia...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Imperfeitamente EU


Incrível como tudo se acaba

Tínhamos a vida perfeita

E agora só temos o que sobrou

Cacos de alegria, pedaços de uma vida.

O trem das 11 já partiu

Levou com ele minha felicidade

Que partiu sem dizer adeus

Restaram somente lamentos dos dias alegres

Naquele rosto tão vivo

Não existe mais vida

Agora é pálido, sem luz, sem brilho.

Em meus olhos não se vê mais a chama da esperança

Quem sabe em algum rosto eu ainda a encontre.

Luto cada dia para não desistir no meio do caminho

Tento fazer das pedras meu castelo

E nessa estrada tão estreita quem sabe encontre uma razão de viver

domingo, 6 de julho de 2008

Dom Quixote --- Engenheiros do Hawaii






video


Muito prazer, meu nome é otário
Vindo de outros tempos mas sempre no horário
peixe fora d'água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
na ponta dos cascos e fora do páreo
puro sangue, puxando carroça

Um prazer cada vez mais raro
aerodinâmica num tanque de guerra,
vaidades que a terra um dia há de comer.
Ás de espadas fora do baralho
grandes negócios, pequeno empresário.

Muito prazer me chamam de otário
por amor às causas perdidas.

Tudo bem...até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento

Tudo bem...seja o que for
seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas

Tudo bem...até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento
muito prazer...ao seu dispor

Se for por amor às causas perdidas
por amor às causas perdidas ...

Minha alma chora


Sei que quando recostar minha cabeça sobre o travesseiro me visitará
Sei que as lágrimas virão aos meus olhos
Sei que não será uma noite calma

Essa noite será meu tormento
Meus pesadelos se tornam realidade
A noite fria corta a minha alma como lâmina

Eu já não sei mais o que fazer
Eu já não sei mais pra onde ir
Isso tudo parece nunca passar

O que sinto já não importa mais
O que vejo não passa de pura alucinação
Essa tristeza não passa e não passará

Melancolia


Bem vinda melancolia
Há tempos não te via
Volta a este rosto sereno
E preenche seus dias

Tão devagar vem
Me convida a brincar
E depois leva meu sorriso
Leva minha paz

Ouço o riso das crianças lá fora
Com olhar tão puro, inocente e sereno
Chama me: Venha sorrir! Vamos brincar?
E tão friamente digo não

Hei, o que aconteceu?
Preferes a solidão?
A tristeza já é tua velha amiga
Te acompanha nas horas do dia

Tua alegria é como a brisa de verão
Logo acaba sem dizer te adeus
Leva teus sonhos, fantasias
Teu mundo é um castelo de areia levado pelas ondas

A tout le monde

video

Don't remember where I was
I realized life was a game
The more seriously I took things
The harder the rules became
I had no idea what it'd cost
My life passed before my eyes
I found out how little I accomplished
All my plans denied

So as you read this know my friends
I'd love to stay with you all
Please smile when you think of me
My body's gone that's all

A tout le monde (To all the world)
A tous mes amis (To all my friends)
Je vous aime (I love you)
Je dois partir (I have to leave)
These are the last words
I'll ever speak
And they'll set me free

If my heart was still alive
I know it would surely break
And my memories left with you
There's nothing more to say

Moving on is a simple thing
What it leaves behind is hard
You know the sleeping feel no more pain
And the living are scarred

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Amigos do coração












Como é difícil dizer o que as pessoas significam para mim, talvez isso aconteça pelo fato de que grandes sentimentos não sejam expressos por apenas palavras...

Tentei escrever um texto para expressar o que sinto por todos, porém fiquei perdida em um dilema. Como posso escrever para todos, se todos são diferentes, mas de muita importância na minha vida? Então resolvi escrever algo para cada um... Mesmo que poucas palavras...

Contarei uma historinha real da minha vida que ninguém sabe... Ou não sabiam...

Quando criança era muito só, então um dia sentei me a janela olhei para o céu estrelado, contei sete estrelas e fiz um pedido: pedi amigos... E na sabedoria divina, não recebi somente amigos, mas Anjos...

A vocês agradeço por fazerem parte da minha vida, e também por me deixarem fazer parte das suas. Não importa a distância que nos separa, nem mesmo tempo que nos conhecemos, tenho um imenso carinho por todos, são especiais para mim...

São mais do que reais na minha vida...

Somente tenho que dizer:

- Obrigada! Os amo de todo meu coração!



Rafa: Minha querida amiga

Obrigada por me “ouvir” nos momentos em que me senti agoniada, e por me alegrar também... Tem um coração muito grande, e mesmo estando sofrendo sabe ouve, aconselha, ajuda...

É uma pessoa muito especial para mim viu... É uma grande amiga e mesmo distante está perto, perto do coração...


Igor: Ah meu menino...

Quanta distância entre nós...

Mas isso não diminui o que sinto por ti... Demonstrou me tanto carinho quando precisei...

Não sei bem o que dizer, mas de uma coisa tenho a absoluta certeza, gosto demais de você...


Lucas: Meu amigo amado, não imagina o carinho que tenho por ti...

Como disse muitas vezes é meu melhor amigo, conhece muito de mim...

É um menino doce, um poeta, e mesmo em meio a tanto sofrimento nunca desamparou um amigo...

Obrigada meu anjo por me ensinar um amor verdadeiro de amigo, uma amizade que não tem preconceitos, que não vê marcas, que se alegra mesmo no silêncio das palavras só pelo fato de sentir o sentimento mais puro que é a AMIZADE. Amo te lindinho...


Quel: Uma amiga quase que calada, mas muito sábia e conselheira...

Guardo muito carinho por você...

Sempre estará presente em minha vida... Adoro te menina...

(não tenho foto sua... então representei por aquela menininha =) )


Vanessinha: Pois é amiga até expulsa de um chat já fomos rsrs... E sabe o mais engraçado, isso só serviu para nos aproximarmos mais...

Amiga, tenho grande carinho por você, é muito especial, uma amiga muito presente em minha vida mesmo morando distante...

E fim de ano logo ta aí... Vamos arrasar em Curitiba kkkk...


Kah: Que posso dizer, que é uma amiga? Ah nem precisa falar né...

Não nos conhecemos há muito tempo, mas isso não torna meu sentimento diferente...

Tenho um carinho enorme por você minha amiga...

Obrigada por fazer parte da minha vida...


Ju: Quantas coisas em comum, hein?

Vejo em você como se minha alma fosse refletida em um espelho...

Mesmo com pouco tempo de “convivência” posso afirmar com toda certeza que tenho um grande carinho por você...

Está sendo uma grande amiga mesmo, me aconselhando e me fazendo rir até em momentos que estou chorando...

Recebi um grande presente: a sua amizade...


Renato: Você me traz tanta calma e paz...

Um poeta, um amigo, um conselheiro...

Hei, obrigada por estar fazendo parte de minha vida...


Ricardo: Senhor das Rosas

Obrigada por estar me ajudando tanto...

Obrigada pelos conselhos, pela companhia...Gosto muito de ti...







quinta-feira, 3 de julho de 2008

























Como estou meio sem inspiração
aqui vai algo totalmente inútil

Múmiadora


Infelizmente ela não aguentou a pressão da
véspera da prova de cálculo
E deu o seu último salto mortal
de cima da mesa
rs

terça-feira, 1 de julho de 2008

Monólogo


Onde está?
Procuro em cada esquina, em cada palavra, em cada olhar um vestígio teu
Fico ali parada por horas olhando pro nada, em busca de uma resposta
Em busca da tua voz
Mas nada ouço além de meus pensamentos desesperados
Tantas noites no silêncio pedi para ouvir te
Nada mais ouvi do que gritos agoniados da minha alma
Meu mundo perfeito está em cacos, nada passou de pura ilusão
Até quando? Até quando?
Já não vivo mais... Onde está? Onde está que não o vejo?
Porque me abandonaste?
Por que não me levou contigo?
Por que não me deixou morrer quando tentei?