sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O que conter...

 
Eu vivo no meu mundinho,
que é meu e de mais ninguém.
Desenho minhas interrogações,
escrevo minhas linhas.
Ninguém é completamente passageiro,
sempre ficam como fotografias guardadas em um velho baú.
Tem dias de céu nublado, dias de chuva,
e tem seus dias de sol.
Não há como prever e nem como saber que cor o dia terá amanhã...
Não há como saber se é dia ou noite...
Há estrelas que aparecem pela manha e de noite se refugiam...
Então para não se perder de contramão,
não procure entender de olhos ou interrogatórios...
Desfolha-me como um livro!
Mas não procure por um final feliz... Porque simplesmente não tenho fim.






Ana Paula Quitério























5 comentários:

Borboleta de Sonhos disse...

Nossa, Ninha!!
Parabéns!
Lindo texto!
te amo!!

Mara Ribeiro disse...

Realmente não há limite e nem fim para nossa alma.
Bjo no coração.

Mara Ribeiro disse...

Bom final de semana!
Bjo no coração

Mara Ribeiro disse...

Lindo!
Adoroseu canto
Bjo no coração.

Lita Figueiredo disse...

Linda, linda, linda!!!
Vc escreve cada vez melhor...
Saudades, muitas saudades.
Seja feliz, minha eterna filhinha!